Sombras
dançam na escuridão
espaço infinito,
círculo vicioso,
vida flutuante.
No silêncio
vultos que circulam,
se entrelaçam,
cruzam
meu espaço,
aberto, aperto,
disfarço.
Por que será
que nada faço?
Inerte, vejo,
contenho,
desfaço afeto,
passo,
nesse espaço,
infinito,
sou apenas desacato.
São Paulo, 12/08/2006
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