Ah! Como desejei sufocar essa saudade
... Amarga... Insana!
Refazer meus passos, seguir adiante
Calar o grito do meu peito
Esquecer seu jeito...
De me olhar
De me tocar
De me sorrir
De me possuir
Ah! Como desejei arrancar você...
...Como se arranca uma erva daninha
Apagar sua imagem...
... Esquecer sua voz...
Ah! Como desejei secar o pranto...
.... Que parece não ter fim
Colar meus cacos, seguir adiante
Mas, não há como apagar o passado
... Que habita em mim.
(Sirlei L. Passolongo)
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