Quantas águas já rolaram
por baixo daquelas pontes?
Quantos montes se quedaram,
afogados pelos ontens?
Foi-se a amiga pureza,
de mãos dadas c'oa tristeza...
cansada caiu saudade
dos braços dum bem querer
Fremida decepção
acudia o coração
que gemia solidão!
E os ecos rolando vão...
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