CINZA - Jorge Humberto

No silêncio quebrado
Da noite
Que o latir dos cães
Propõem
E o frio nocturno
Acentua
No rio a prata
Nos olhos a lua
Azuis pálidos
E esmaecidos
Que dos muros de pedra
Granítica
Se estão soltando
E que como sombras
Fantasmagóricas
No chão deslizando
São já estes animais
A meus olhos presença
Por buscá-los
Certeza nos olhos
Dou por findo
O cigarro
O travo
Com que redefino o silêncio
No regresso
Ao mais interior
Do quarto
Solidificado

Jorge Humberto
(12/07/2003)

http://geocities.yahoo.com.br/myselfthepoet/OPOETA2.html
http://www.jorgehumberto.com/
http://geocities.yahoo.com.br/apoesiacontinua/
http://jorge_humberto.zoomblog.com/
http://www.opoeta.no.sapo.pt/
http://geocities.yahoo.com.br/jorge_h_p_f/index.htm
http://blogs.cjb.net/jorgehumberto/page3/

Ler mais trabalho do autor(a) publicado em Versos & Acordes

Voltar ao Menu de Versos Livres - Envie o seu poema

 

Versos & Acordes              Livro de VisitasContato

Referências

Valid XHTML 1.0 Transitional
Valid CSS 1