Mesmo que a porta se feche
E a chave seja pra sempre perdida,
Não deixarei inerte na calçada
Sob a chuva fria da primavera
As palavras que não foram ditas.
Gravarei em linhas retas,
Em tuas passagens nas avenidas
Meus versos transformados em pétalas.
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Blog da autora: http://elidakronig.blogspot.com
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