teatro - Dalila Balekjian

negro asfalto
calçadas puídas
borboletas noturnas
quimeras vivas

disputam o palmo
tendo na noite
seu espetáculo

âmago copo
contém o fluído
que incendeia a mentira

mas ao quebrar-se
some o palco
e nua a vida
não merece versos

dalila balekjian

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