Dalila Balekjian

Nome Artístico: Dalila Balekjian
E-mail: dalbalek (a) yahoo.com.br
- substituir (a) por arrôba
Trabalhos publicados em Versos & Acordes: menu de Dalila Balekjian

Data de Nascimento: 30 de Outubro. Escorpião.

Naturalidade: Rio de Janeiro / RJ
Nacionalidade: Brasil

Pequena Biografia: Nascida na Tijuca aos oito anos fez seu primeiro poema, com catorze começou a escrevê-los no seu diário e parou de poetar; criada no Cosme Velho, da onde saiu ao se casar; só com as filhas criadas entrou na vida literária .

Filha de poetas, neta de poeta, sobrinha de poeta, sobrinha bisneta de poeta por fim a vida a levou pro rumo que o curso dos acontecimentos desviou. Em 2001 entrou para a Academia Pan Americana de Letras e Artes, ganhou o troféu da Academia Carioca de Letras, Mérito Cultural da União Brasileira de Escritores. Entrou para a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro onde recebeu a Medalha de Mérito Cultural Modesto de Abreu. Recebeu Medalha de Mérito Cultural Luciana Barbosa Nobre pela Academia Nacional de Letras e Artes.

Em 2002 entrou para a Associação de Diplomados da Academia Brasileira de Letras. Nesse ano tornou-se membro da Academia Guanabarina como parte da diretoria .

Em 2004 entrou para APPERJ recebendo destaque em 2004 e 2005 por sua produção poética nos concursos . Em 2005 foi parte do evento Todas Elas e Alguns Deles.

Nesses cinco anos de atividade no meio literário recebeu Medalha Olavo Bilac, Medalhas de Prata , Bronze e Menções Honrosas e participou dos salões de Atmaísmo onde alcançou vários prêmios participou de diversas antologias, foi publicada em vários periódicos acadêmicos e outros e gravou CD com poemas.

Trabalhos publicados: várias antologias acadêmicas e literárias, periódicos acadêmicos e outros.

Comentários Complementares:

Entardecer

Ah ! Este entardecer na minha alma
este meu querer-te tanto,
esta ânsia que não se acalma,
prenúncio sempre de pranto.

este entristecer ...
esta saudade ...

Esse outono que me veste,
essa vida qual uma folha que cai
como as lágrimas que me deste
por este amor que se vai.

este entardecer
que me invade ...

Quisera novo amanhecer
ver esperança brotando
que tu comigo estivesses a viver
e nós nos amando,
mas não veio outra manhã
e sim uma nova tarde
destruindo ilusões vãs
e trazendo mais saudades ...

este entristecer
esta saudade ...
este entardecer
que me invade ...


teatro

negro asfalto
calçadas puídas
borboletas noturnas
quimeras vivas

disputam o palmo
tendo na noite
seu espetáculo

âmago copo
contém o fluído
que incendeia a mentira

mas ao quebrar-se
some o palco
e nua a vida
não merece versos


 

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Referências

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